DESTINO #5: LONDRES VOLTA AO MUNDO ONEWORLD

 

Oi! (Sim, os ingleses falam “Oi”, do mesmo jeito que a gente… Não necessariamente pra cumprimentar, porém, é pra chamar à atenção, tipo o nosso “ei”) London Calling! Última parada pela Europa e muita, muita pressão. Afinal, é Londres. A capital do país que nos deu 99,9% de toda a música boa que escutamos, a terra da Rainha, o local onde começou a história do Sport Club Corinthians Paulista… Expectativas, muitas expectativas. E sabemos como isso termina, né?

A primeira noite na cidade foi uma das mais divertidas de toda essa volta ao mundo. Fomos até Brick Lane, outro daqueles “points da juventude”. Era domingo, e a galera domina as ruas daquela região da cidade – nos bares, lojas, baladas e até no mercado que, infelizmente, não conseguimos pegar aberto.

Nesse dia, enquanto bebia uma cidra no meio da rua (sim, aqui cidra é uma bebida legal, ok!), conheci o Ed, um inglês que estava passando, ouviu a conversa em outra língua e resolveu participar. Conferiu que eu era mesmo brasileiro, brindamos o futebol e demos várias risadas numa esquina qualquer.

Foi nesse dia também que conheci o Beigel Bake, uma loja que fica aberta 24h fazendo diversos pães e os famosos “beigels” que, aqui, podem ser sanduíches também. E são vários: doces, salgados… Mas o melhor – DE TUDO O QUE VI NESSA CIDADE! – foi o de Hot Salt Beef. Sem expectativa nenhuma, de surpresa, num lugar escondido… E. QUE. DELÍCIA!!!! :D

Foi nessa noite também que tive a minha primeira experiência com o Underground, o metrô londrino, que tem um peso enorme na cultura da cidade. Foi lá que eu descobri (e adorei!) que ainda existem jornais vespertinos que, assim como os matutinos, são distribuídos de graça nas estações (e encontrados para “reciclagem” nos bancos dos trens, caso alguém não tenha pegado antes), garantindo leitura pela viagem, informação… Porque sim, eu mal tenho visto sites de notícias nessa viagem toda e aproveitei meus dias pela cidade pra me informar com os dois jornais, de manhã e de tarde…

No dia seguinte, comecei a conhecer a Londres que todo mundo fala por aí. Aquela fleuma, aquela realeza, Tower of London, Tower Bridge, Big Ben, Parlamento, troca da Guarda na frente do Palácio de Buckingham (com policiais piadistas, dançarinos, cantores e divertidos), Picadilly Circus (que é tipo uma Times Square britânica), cabines telefônicas vermelhas, o local onde foi feita a foto de capa de Ziggy Stardust, Wembley, musicais (assisti a “We Will Rock You”, uma espécie de Matrix, só com músicas do Queen, que me fizeram chorar como uma criança), pubs, Leicester Square (a área “cinematográfica” da cidade), Plataforma 3/4, Camden Town.

E foi em Camden Town (outro ”point da juventude”) que, atrás do famoso Fish & Chips, conhecemos o Poppies, que ganhou prêmios e mais um monte de coisa por conta do prato. Nesse lugar conhecemos a Emma, a “Poppette” francesa que se escalou pra participar da Volta Ao Mundo oneworld com a gente, e o Halis. Era um lugar TÃO legal, tão autêntico, com uma comida TÃO BOA, que resolvi pedir pra que eles deixassem a sua marca no nosso aviãozinho.

Próximo a Leicester Square, no Fitzgerald Tavern, encontrei o Jon – outro amigo que conheci junto com a Bettina e a Cristina, em Londres, há alguns anos. Ele tem exatamente o mesmo trabalho que eu: o site HeyUGuys.co.uk é um site parecidíssimo com o Judão, e temos o incrível bom gosto por White Russians, também. Ele me contou que nessa Taverna, aberta no século 19, muita coisa rolou por ali, já que sempre foi frequentada por escritores, atores, músicos… Como o próprio Jon nos disse, lá era a Londres de verdade.

E é um fato: a Inglaterra parece os EUA. Muito! Ou seria o contrário? (hehehe!) Tanta correria, tanto stress, tanta gente dormindo em pé no metrô (literalmente) , tanto pensamento em trabalho… Um contraste assustador com o ritmo que vi em Berlin e Madrid, por exemplo.

Foi em lugares específicos, como essa taverna, o Poppies e The Windmill, onde comi as tradicionais Shepherd’s Pie (que é uma espécie de escondidinho inglês) e a torta de carne e fígado (deliciosa, apesar do fígado) ou em Salisbury – uma cidade mínima perto de Londres, onde fica Stonehenge – que eu senti que estava na Inglaterra EUROPEIA… Essa parte londrinha que todo mundo “conhece” e acredita que é “a Londres de verdade” é um pouco mais do mesmo pra quem já conhece os Estados Unidos. Claro que fiquei feliz de ter tido a chance de conhecer esses lugares mais “tradicionais”, mais londrinos de fato, mas quero voltar e ver muito mais coisas, inclusive um jogo de futebol, no país onde o esporte surgiu.

Mas agora deixo esse Novo Velho Mundo pra trás e parto pra algo absolutamente desconhecido, um OUTRO mundo: Doha no Qatar. See ya, mate!

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DESTINO #4: BERLIM VOLTA AO MUNDO ONEWORLD

 

por: Thiago Borbolla

Hallo! Mas que língua difícil tem esse país! Me pareceu inteligente na hora de formar palavras, mas é pra deixar a cabeça doendo quando a gente vai tentar entender ou falar. A sorte é que, pelo menos em Berlim, todos falam inglês.

Quer dizer, não todos faaaalam inglês, mas todos entendem o NECESSÁRIO. E se começar com “Hallo”, que é o “oi” deles, e terminar com “Danke”, o “obrigado”, já demonstra que pelo menos você se preocupa com isso. Porque uma das coisas que mais gosto de fazer quando viajo (e já falei isso aqui), é entrar de cabeça na cultura local – é claro que a língua faz parte disso.

Sabendo começar e terminar uma conversa pelo menos, você já faz com que os ‘berliners’ sejam um pouco mais simpáticos com você. Não que não sejam normalmente, mas… Sabe? Um vendedor de milk shakes, no parque montado atrás dos Portões de Brandenburgo, até ensinou a dizer que tava gostoso… Mas eu não consigo lembrar. Como disse: QUE LÍNGUA DIFÍCIL!!!!

Além de como se comunicar e conseguir ao máximo enxergar aquele lugar como um morador local enxerga, a comida talvez seja a maior UNIDADE cultural dos lugares. Na Argentina é o churrasco (com destaque pra Pizza!), nos EUA é o hambúrguer, na Espanha são as “tapas” e na Alemanha é o famooooso salsichão. Na realidade, eles são muito de carne de porco em geral, inclusive o joelho do bicho, mas o tal salsichão, servido de diversas maneiras… Que delícia que é aquilo.

Numa feira, perto de Alexanderplatz, experimentei o hot-dog deles – que é com um pão mais crocante e uma salsicha que caberia em mais outros dois pães, delicioso; no jantar, naquele mesmo dia, mas num bar do centro, experimentei o famoso Currywurst, que é um salsichão com molho curry e batatas fritas. Mas não as batatas que você tá acostumado. Essas são AS batatas fritas. :D

O joelho de porco ficou pra quando eu voltar, mas não foi a última coisa do bicho que comi. No dia seguinte, a Renata, brasileira que mora em Berlim já há algum tempo, me levou no Markthalle Neun, que fica em Kreuzberg, um bairro que está se tornando o ~POINT DA JUVENTUDE~ (e eu ao escrever isso perdi oficialmente o direito de frequentar).

É um lugar muito legal, que quase só moradores da região conhecem e frequentam. E é mais ou menos como um Mercadão ou uma enorme praça de alimentação – o que, aliás, quase todos os restaurantes de Berlim são (mas sobre isso falo depois) – no qual você pode comprar cerveja num canto (e levar o copo por €1, ou devolver e receber esse valor de volta), um doce em outro e, o que eu fiz, um lanche de carne de porco desfiada com rúcula. Rapaz… :D

Depois a Renata me levou até o Spreepark, que fica dentro de um outro parque, o Treptower Park. O Spreepark é um parque de diversões aberto nos anos 60 que recebia muitos visitantes; mas com a unificação das Alemanhas acabou ficando esquecido, esquecido… Até que foi fechado. Como há uma “lei” que impõe que até 2061, naquele lugar, só pode existir parques (não há a opção de construir um prédio, um shopping, ou sei lá), os donos simplesmente abandonaram do jeito que está.

O mato tomou conta, o tempo fez o seu trabalho… E o Spreepark é um lugar bizarramente bonito. Hoje em dia eles exploram com um trenzinho, que dá uma volta por todo o parque, custando €2, e alguns bares e até uma área com coisas pra crianças. Mas não é sempre que está aberto, e especialmente no frio, o lugar ganha ares assustadores, com tanto silêncio e barulhos que o vento faz. “Vento”… :D

O Spreepark também é um sinal do que é Berlim. Um enorme resumo. Uma cidade que foi o centro de tanta coisa ruim, mas que faz questão de esfregar na própria cara esse passado pra poder seguir em frente. Por exemplo: há o Topography of Terror, um museu a céu aberto num lugar que junta um pedaço do Muro de Berlim praticamente intacto e bunkers usados pela Gestapo pra contar toda a história – e o Terror – do Partido Nazista, o período em que Hitler esteve no poder, a Guerra e a separação da cidade e do país. É muito, muito triste. Ao mesmo tempo é lindo ver como eles fazem questão de não esquecer nada pra se tornar um povo melhor.

E isso está em cada ponto. O senso de comunidade é MUITO forte na cidade. De comunidade e liberdade. O metrô, por exemplo, não tem catracas – e todos compram seus ingressos normal e honestamente; não há escadas rolantes e nem nada que te faça ficar parado; não há um horário limite para as coisas terminarem – há festas começando às 5h da manhã; pessoal pode comprar cerveja no metrô e beber pela rua, como se fosse um copo d’água.

Nos restaurantes geralmente existem mesas e bancos enormes, pra todo mundo sentar junto (e, se quiser, conhecer pessoas de todos os lugares do mundo); nada por lá é muito caro… E por aí vai. Os exemplos estão em todos os lados. A cidade não esconde aquilo de ruim pelo que passou e enfrenta isso de cabeça erguida.

Se Madrid me surpreendeu por ser um mundo completamente novo, Berlim se mostrou o mundo IDEAL. Eu não sei como é o país politicamente, e nem é o que me interessa agora. Mas Berlim me fez enxergar coisas que eu jamais pensava que existiriam.

Essa cidade mudou e agora está me fazendo repensar muito da minha vida.

Vielen danke, Berlin.

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DESTINO #3: MADRID VOLTA AO MUNDO ONEWORLD

 

por: Thiago Borbolla

Hola tíos! Que pasa? Tudo bem por aí? Cheguei em Madrid e foi a primeira vez que coloquei meus pés na Europa, vindo diretamente do país que resume boa parte do que nós conhecemos da América. “Hóstia”, quanta diferença!

As ruas pequenas – ou melhor, as ruas MÍNIMAS, monumentos pra onde quer que você olhe (sabia que, quando há uma pessoa sobre um cavalo, a posição do bicho demonstra como ela morreu? Se de causas naturais, heroísmo, em batalha…), praças enormes e escondidas, paralelepípedos e uma sensação enorme de comunidade. Em todos os cantos possíveis.

Acho que é exatamente nisso que a Europa se baseia, hoje, né? :)

Eu não sabia o que esperar quando cheguei por aqui e fui me surpreendendo em cada ponto. Desde os mais recheados de turistas aos mais escondidos entre os madrileños – pontos esses que se misturam o tempo todo. Num segundo momento você está na Plaza Mayor, recheado de gente do mundo todo e, dependendo da saída que escolhe, acaba numa ruazinha mínima, apertada, silenciosa… E linda!!!

E como essa tal de Europa é linda! Oh, España… :D

Meu primeiro dia na cidade começou muito bem, depois de uma siesta no hotel para descansar das mais de 12h em trânsito. A primeira coisa que comi por lá foram Huevos Rotos con Jamón – um tipo de presunto com ovos fritos. Mistura tudo (acompanhado de um belo “pan”, claro!) e que coisa deliciosa! Como é considerado petisco, quase todos os lugares da cidade vendem isso e é muito, muito barato, algo que me chamou a atenção.

Andando por toda a região central da cidade, passei pelo antigo Palácio Real da cidade, um monumento lindo a Miguel de Cervantes – com Dom Quixote e Sancho Panza – depois o Senado, o Marco Zero e, fugindo da chuva, encontrei um bar que vende até Velho Barreiro. E essa é mais uma característica da Europa: onde quer que você coloque os pés, vai ter sempre ALGUMA COISA a mais. Nenhuma loja é só uma loja, nenhum bar é só um bar… Tirando aquelas coisas que são 100% pra fisgar turista: nessas — em TODAS — há alguma menção ao futebol.

Assim como Buenos Aires, Madrid respira o esporte – com o Real e o Atlético mais do que bem nessa temporada – e em TODAS AS ESQUINAS há bufandas (que são aquela espécie de cachecol largo), camisas originais e falsificadas… De tudo quanto é time, claro. Cheguei a ver mais camisas do Messi que do Cristiano Ronaldo no centro da cidade, mas este cenário mudou, claro, quando fui conhecer o gigantesco estádio Santiago Bernabéu.

De longe já parece grande, mas, dentro, com o tour – que começa depois de mais de 5 lances de escada rolante – é inacreditável!!! E lindo! Absolutamente lindo – o que, com a trilha sonora de Plácido Domingo, só ajuda a dar um ar mais épico a tudo aquilo. Da sala de troféus aos vestiários, passando pelo gramado e, claro, a loja oficial. Ouve-se o tenor e vê-se Cristiano Ronaldo em todas as partes.

Do outro lado da cidade, porém, os madridistas ficam longe. Adesivos já dão as “boas vindas” a eles no entorno do Vicente Calderón, o estádio do Atlético. Não havia tour, só mesmo uma loja oficial enorme. Mas foi legal poder visitar mais esses dois templos do futebol, algo que essa viagem está me permitindo fazer. Fui até lá com a Cristina, uma vlogger que conheci em Los Angeles, três anos atrás, que se auto-denominou “la peor guía de Madrid”. Ela me levou a um café que gosta muito de ir, e que é quase um esconderijo no meio da Plaza de España, me apresentou uma “cerveza con limón” e me acompanhou em muitas dessas andanças. Gracias, Cristty! :)

É incrível o que essa Volta ao Mundo oneworld começa a fazer comigo a partir de agora: me mostrar um Novo Mundo. E é surpreendente. Como brasileiro, enxergo tudo isso, toda essa história, tudo que está a meu alcance como algumas das coisas mais modernas que se pode ter, ver e sentir…

Engraçado é que tem gente que chama isso de Velho Mundo…  ;)

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DESTINO #2: ESTADOS UNIDOS VOLTA AO MUNDO ONEWORLD

 

por: Thiago Borbolla

Hey, buddies! What’s up? Se existe um destino entre todos dessa Volta ao Mundo oneworld que faz jus a ela é Los Angeles – o lugar em que todos os mundos se reúnem em um só. Em qualquer ponto da cidade você encontra gente de diversos países e sempre com alguma ligação com a indústria do entretenimento.

Sempre, sempre, SEMPRE você vai encontrar alguém com alguma relação com cinema, televisão, música… Seja lá quem for, seja lá onde for.

Por conta do meu trabalho, já me acostumei com a Los Angeles do cinema. É divertidíssimo pisar exatamente nos mesmos lugares em que vencedores do Oscar pisam todos os anos, tantos outros famosos inauguraram suas estrelas na calçada da fama, até mesmo onde um dia se ajoelhou Marilyn Monroe pra deixar sua marca em frente ao Chinese Theatre – o cinema que hospeda a grande maioria das premiéres de filmes de Hollywood.

Mas a história dessa cidade não é contada só ali na Hollywood Boulevard – e nem sempre só pelo que você vê entre as tantas placas, pessoas vestidas de personagens tirando fotos com quem passa (e tentando cobrar por isso!) e o que dizem naqueles ônibus de dois andares enquanto pessoas olham admiradas pro que é a casa de muita gente.

Logo no primeiro dia, eu percebi que as coisas seriam diferentes quando o taxista, sul-coreano, resolveu cantar. A música do Titanic, Elvis Presley e até mesmo a tal da Amazing Grace. Pra ele não importava se o ritmo era exatamente o mesmo pra todas as músicas ou se as entonações não faziam sentido algum. Assim como um cara, no meio da Sunset Boulevard, passou dançando, como se ninguém estivesse olhando. Havia muita gente olhando e todos sorriam.

Era hora de olhar de maneira diferente praquela cidade.

Foi então que entrei pela primeira vez na Amoeba Music. Vários filmes já usaram a loja como cenário, mas a grande graça dela é a quantidade de coisas que todo e qualquer fã de música (e até filmes!) pode encontrar, de gente conhecida a gente que nunca se ouviu na vida. Dois andares e muita, muita, MUITA coisa – típico dos EUA, típico de Hollywood.

Também é típico de lá as portas que parecem secretas. Uma preta, com três iniciais pintadas, abriu um caminho para um restaurante mexicano / balada / bar, no qual só se pode ficar 2h na mesa – com ótima música, sensacional decoração e muito Elvis Presley.

Uma outra porta preta, com uma cobra pintada, levou até a famosa Viper Room, que um dia foi do Johnny Depp e tem muitas histórias (algumas bastante tristes) pra contar. Lá, no palco em que grandes bandas do rock mundial já se apresentaram, tocava a banda Cease Fire. Já ouviu falar? Até outro dia eu também não. Mas o som é bem legal. ;)

Mas além de parar pra ouvir Hollywood um pouco, também deu pra enxergar de outra maneira – do alto, e muito perto de todo o universo. Eu não tô dizendo que Hollywood tem todos os mundos em um só?

O Observatório Griffith não só te permite enxergar o céu todos os dias, como a noite também te deixa enxergar Los Angeles de cima, em silêncio, num lugar lindo – bem perto da famosa placa de Hollywood. De lá fui encontrar a Bettina, uma amiga que fiz entre tantas viagens pra lá e pra cá. Ela me apresentou o Culver Hotel, bem no meio da simpática Culver City, pertinho dos estúdios da Sony, que um dia foram MGM.

Como, apesar de tudo, o mundo é um ovo, a prima da Bettina, Layla, é concierge no hotel, e contou uma parte da história dele: enquanto filmavam O Mágico de Oz ali perto, o bar sempre recebia os atores do elenco e, principalmente, hospedou as centenas de munchkins, que chegaram a dividir uma cama com outros dois, horizontalmente. :D

O hotel também foi cenário de filme com CHEVY CHASE, Under the Rainbow, que conta exatamente essa história. :)

É um lugar MUITO bonito, muito legal, com ótimas pessoas e música ao vivo todos os dias – inclusive brasileira, o que fez a Bettina levantar da cadeira e curtir, enquanto eu, que danço tão bem quanto um hipopótamo, só aplaudi.

Uma das coisas mais legais que já fiz em Los Angeles. Vale muito a pena conhecer. E por falar em conhecer… Hora de pisar pela primeira vez em terras europeias. Hasta luego, y ahora de Madrid!

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ARGENTINA: Buenos Aires aos olhos de Borbs

 

O primeiro destino que o Thiago Borbolla, o Borbs, visitou durante sua volta ao mundo foi Buenos Aires, na Argentina. Assista ao vídeo e conheça La Bombonera – o Clube Atlético do Boca Juniors,  o famoso La Glorieta de Quique – um famoso restaurante/bar que os torcedores do time frequentam, uma das melhores pizzas do mundo e muito mais!

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