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DESTINO #9: SANTIAGO VOLTA AO MUNDO ONEWORLD

 

“La Roja Mete Miedo”. Hola, Chile, que tal? Que bela maneira de nos receber, já na saída do aeroporto, depois de 16 horas de viagem, três jogadores da seleção nos avisam que eles não estão indo pro Brasil pra brincar. Porque, se depender deles, não só vai ter Copa, como a Copa já começou — no Barrio Meiggs, uma espécie de 25 de Março de Santiago, bem perto da estação Central de trens e metrô, principalmente.

Assim como na versão Paulistana, o que não falta são todos os tipos de produtos imagináveis pra se usar e fazer barulho durante o Mundial — mas, ao invés do verde e amarelo, reinam o vermelho, azul e o branco, as cores da bandeira deles.

Mas, as semelhanças com o Brasil acabam por aí.

Entre Buenos Aires e São Paulo, Santiago me pareceu a cidade que mais funciona, como um todo. É tranquila, bonita, consciente — politica, cultural e turisticamente. Por exemplo, em todas as ruas, em todos os muros, há cartazes e pichações com algum tipo de mensagem; há ruas e calçadas largas; monumentos, bandeiras, praças… Segue a coisa EUROPEIA desses países, mas você sabe que está na América do Sul pela quantidade de cachorros na rua.

E não aqueles vira-latas magrelos a que estamos acostumados. Labradores, Huskys… Vivem de boa, por aí, tranquilos. A vida é boa pra eles por lá. ;D

Além disso, todas as pessoas lá são bastante simpáticas. Sabe quando falam sobre povo hospitaleiro? Sempre que precisamos, a galera nos ajudou com boa vontade, sorriso no rosto… Não é assim tão comum ver essas coisas.

Por exemplo, o “host” do Donde Augusto, o restaurante de frutos do mar onde almoçamos, no Mercado Central. Ele me convenceu a almoçar por lá com a camisa do Corinthians pendurada na parede, mas fez questão de que fotografássemos e filmássemos tudo. Explicou com paciência cada uma das coisas, e enfim. Comi uma Centolla (ou simplesmente Caranguejo Real, GIGANTESCO!) e estava deliciosa, uma Paila Marina, prato típico do Chile, que é uma sopa cheia de frutos do mar e tomei o tal do Pisco Sour. É azedo e suave… Mas, rapaz, é forte. :D

Santiago está cercada de montanhas por todos os lados. INFELIZMENTE não foi possível ver os montes nevados com neve — ou vê-los de qualquer maneira, já que a neblina tava bem forte — mas ao subir o Cerro San Cristóbal, ver a cidade de cima e o por do sol atrás dos tais montes, essa foi, seguramente, uma das coisas mais bonitas que vi nessa Volta ao Mundo oneworld.

Lá em cima tomei o Mote con Huesillos, provavelmente a coisa mais típica que se pode beber no Chile. É tipo um chá, doce, MUITO DOCE, com pêssego desidratado e trigo. Não é muito bonito de se ver, mas pra quem gosta de coisas meladas e geladas, é uma ótima. :D

Desisti de subir até a Inmaculada Concepción, que é tipo o Cristo Redentor deles, porque a escada não era assim tão convidativa — e eu já aliviei meu carma com o Buda, em Hong Kong. Aí, com o sol já posto, fui encontrar a Valentina, que me apresentou o fortíssimo Piscola e me levou até o Liguria, um restaurante também tipicamente chileno, onde comi uma Plateada Asada al Horno e um purê “a La Chilena”, que não tem muito a ver com o que estamos acostumados aqui e… Nossa, nossa. NOSSA! Que delícia! :D

Enfim, ficamos um tempo bastante curto em Santiago, mas deu tempo de conhecer o que é preciso, inclusive uma estátua Rapa Nui direto da Ilha de Páscoa e os famosos Café con Piernas. Pretendo voltar, pra mais Piscolas, Plateadas e Centollas — e espero, quando o fizer, que o dinheiro lá tenha um pouco menos de zeros, porque é uma confusão MALUCA.

Mas valeu muito a pena. ;)

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DESTINO #8: SYDNEY VOLTA AO MUNDO ONEWORLD

 

Back to the future… Hello there, Australia! How’s it going?

Por aqui, devo confessar, as coisas não estão lá muito bem, não. Esta é a penúltima parada da Volta ao Mundo oneworld, muito tempo longe de casa e a saudade da família e das minhas cachorras dá aquela apertada… Mas não, nem é por isso que as coisas não estão 100%, não. Até porque está faltando só um pouco pra voltar!

O problema é você, Sydney. Eu achei que ia chegar aqui, encontrar bichos bizarríssimos, comer ribs e beber refrigerante até explodir, ver a Opera House – que na minha cabeça era gigantesca, mas olha, de perto é só “normal” mesmo –, a Harbour Bridge, o aquário, coalas, cangurus… E pronto, seria mais uma cidade linda pra conta, mais uma cultura diferente e vamos para o próximo!

Mas, Sydney… Você nem tem tantas coisas assim pra ver. Os bichos ficam um pouco mais afastados e os “cartões postais” ficam bem pertinho um do outro! Só que você é uma cidade pra viver, Sydney, não pra ver. Um pouco cara, é verdade, mas a todo momento, de todo canto, você mostra a Opera, mostra a ponte e diz “bom, isso você já viu, agora vai viver!”.

E foi exatamente o que eu fiz.

Caminhei, andei de trem, fui no cinema que tem a maior tela do mundo, fui ver ornitorrinco no aquário com o Silvino, tirei selfie com um coala, virei amigo de canguru, wallabies, conheci o wombat, o TAZ!, as Três Irmãs, aprendi que os pubs são chamados de hotel e que, às vezes, você pode querer só tomar um pint num deles e ser servido por uma garçonete usando somente uma calcinha fio dental…

Fiz um tour a pé totalmente grátis pelo centro da cidade, onde aprendi um pouquinho da história da cidade e do país, vi onde gravaram “Matrix” e “Superman – O Retorno” e aprendi por que o “coat of arms” do país tem um canguru e um emu (são bípedes e não podem andar pra trás!).

Tentei encontrar a Mione em Kings Cross, estação de trem (aqui não tem metrô!) que fica bem no meio do bairro das baladas, inferninhos e coisas assim – uma espécie de Rua Augusta pra quem conhece São Paulo.

Comi torta, comi canguru (com muita dor no coração, eu confesso), comi caranguejo de casca mole, comi crocodilo, comi steak, comi pão de banana (e não cheguei nem perto de ver o tal do pão que a gente diz que é australiano). :D

Fui pra Bondi Beach, vi surfistas, ondas enormes, me molhei todo caminhando pelas pedras, fiquei com aflição da altura que estava, fiquei babando com a vista e morrendo de vontade de mergulhar na piscina meio natural, de água do mar – mas com raias para nadar como se fosse a do seu prédio…

Reencontrei a Andrea depois de QUINZE ANOS sem vê-la: ela estudou comigo no colégio, foi meu par em alguma festa junina, mas saiu ainda no primeiro colegial – ou primeiro ano do ensino médio, como é conhecido agora. Se não fossem as fotos e relatos desta Volta ao Mundo oneworld, isso jamais teria acontecido – assim como várias coisas desta visita à Austrália.

Fui fazer churrasco em Coogee Beach, que tem churrasqueiras elétricas públicas (assim como a maioria das outras praias) para que você chegue com suas carnes (ou o que for), prepare-as e passe um dia tranquilo na praia.

Conheci italianos, australianos e brasileiros. Conheci uma espécie de Europa moderna, construindo a sua própria história. Percebi tantas coisas básicas que poderiam funcionar em qualquer outro país, mas que por razões que fogem ao nosso conhecimento, não funcionam…

Sabe, Sydney… Você foi a nona cidade que conheci nesta Volta ao Mundo oneworld. Me diverti em muitas delas, aprendi muito com elas, mudei muito olhando pra elas. Todas cheias de coisas pra ver, todas cheias de coisas pra me mostrar… Mas você, linda desse jeito, resolveu me fazer viver, me fazer te aproveitar ao máximo – como todas as cidades, aliás, deveriam fazer.

O hotel, pra mim, era só uma cama. E eu sei lá se não iria curtir dormir nos seus parques – como eu fiz, aliás, num sábado de sol de manhã, só porque sim.

Eu quero voltar pra grande maioria dessas cidades que conheci para poder aproveitá-las de outra maneira, ver coisas que não consegui, mas que sei que existem… Mas pra você eu não quero voltar, simplesmente porque eu não quero sair.

Mas eu preciso, que ainda há muito pra se fazer – voltar ao passado, conhecer Santiago, dar um abraço nas minhas cachorras… Então, vamos fazer assim: reserva uma quinta-feira qualquer dessas, que eu volto. E prometo não sair tão cedo.

Pode ser?

Thanks very much. <3

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DESTINO #3: MADRID VOLTA AO MUNDO ONEWORLD

 

por: Thiago Borbolla

Hola tíos! Que pasa? Tudo bem por aí? Cheguei em Madrid e foi a primeira vez que coloquei meus pés na Europa, vindo diretamente do país que resume boa parte do que nós conhecemos da América. “Hóstia”, quanta diferença!

As ruas pequenas – ou melhor, as ruas MÍNIMAS, monumentos pra onde quer que você olhe (sabia que, quando há uma pessoa sobre um cavalo, a posição do bicho demonstra como ela morreu? Se de causas naturais, heroísmo, em batalha…), praças enormes e escondidas, paralelepípedos e uma sensação enorme de comunidade. Em todos os cantos possíveis.

Acho que é exatamente nisso que a Europa se baseia, hoje, né? :)

Eu não sabia o que esperar quando cheguei por aqui e fui me surpreendendo em cada ponto. Desde os mais recheados de turistas aos mais escondidos entre os madrileños – pontos esses que se misturam o tempo todo. Num segundo momento você está na Plaza Mayor, recheado de gente do mundo todo e, dependendo da saída que escolhe, acaba numa ruazinha mínima, apertada, silenciosa… E linda!!!

E como essa tal de Europa é linda! Oh, España… :D

Meu primeiro dia na cidade começou muito bem, depois de uma siesta no hotel para descansar das mais de 12h em trânsito. A primeira coisa que comi por lá foram Huevos Rotos con Jamón – um tipo de presunto com ovos fritos. Mistura tudo (acompanhado de um belo “pan”, claro!) e que coisa deliciosa! Como é considerado petisco, quase todos os lugares da cidade vendem isso e é muito, muito barato, algo que me chamou a atenção.

Andando por toda a região central da cidade, passei pelo antigo Palácio Real da cidade, um monumento lindo a Miguel de Cervantes – com Dom Quixote e Sancho Panza – depois o Senado, o Marco Zero e, fugindo da chuva, encontrei um bar que vende até Velho Barreiro. E essa é mais uma característica da Europa: onde quer que você coloque os pés, vai ter sempre ALGUMA COISA a mais. Nenhuma loja é só uma loja, nenhum bar é só um bar… Tirando aquelas coisas que são 100% pra fisgar turista: nessas — em TODAS — há alguma menção ao futebol.

Assim como Buenos Aires, Madrid respira o esporte – com o Real e o Atlético mais do que bem nessa temporada – e em TODAS AS ESQUINAS há bufandas (que são aquela espécie de cachecol largo), camisas originais e falsificadas… De tudo quanto é time, claro. Cheguei a ver mais camisas do Messi que do Cristiano Ronaldo no centro da cidade, mas este cenário mudou, claro, quando fui conhecer o gigantesco estádio Santiago Bernabéu.

De longe já parece grande, mas, dentro, com o tour – que começa depois de mais de 5 lances de escada rolante – é inacreditável!!! E lindo! Absolutamente lindo – o que, com a trilha sonora de Plácido Domingo, só ajuda a dar um ar mais épico a tudo aquilo. Da sala de troféus aos vestiários, passando pelo gramado e, claro, a loja oficial. Ouve-se o tenor e vê-se Cristiano Ronaldo em todas as partes.

Do outro lado da cidade, porém, os madridistas ficam longe. Adesivos já dão as “boas vindas” a eles no entorno do Vicente Calderón, o estádio do Atlético. Não havia tour, só mesmo uma loja oficial enorme. Mas foi legal poder visitar mais esses dois templos do futebol, algo que essa viagem está me permitindo fazer. Fui até lá com a Cristina, uma vlogger que conheci em Los Angeles, três anos atrás, que se auto-denominou “la peor guía de Madrid”. Ela me levou a um café que gosta muito de ir, e que é quase um esconderijo no meio da Plaza de España, me apresentou uma “cerveza con limón” e me acompanhou em muitas dessas andanças. Gracias, Cristty! :)

É incrível o que essa Volta ao Mundo oneworld começa a fazer comigo a partir de agora: me mostrar um Novo Mundo. E é surpreendente. Como brasileiro, enxergo tudo isso, toda essa história, tudo que está a meu alcance como algumas das coisas mais modernas que se pode ter, ver e sentir…

Engraçado é que tem gente que chama isso de Velho Mundo…  ;)

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DESTINO #2: ESTADOS UNIDOS VOLTA AO MUNDO ONEWORLD

 

por: Thiago Borbolla

Hey, buddies! What’s up? Se existe um destino entre todos dessa Volta ao Mundo oneworld que faz jus a ela é Los Angeles – o lugar em que todos os mundos se reúnem em um só. Em qualquer ponto da cidade você encontra gente de diversos países e sempre com alguma ligação com a indústria do entretenimento.

Sempre, sempre, SEMPRE você vai encontrar alguém com alguma relação com cinema, televisão, música… Seja lá quem for, seja lá onde for.

Por conta do meu trabalho, já me acostumei com a Los Angeles do cinema. É divertidíssimo pisar exatamente nos mesmos lugares em que vencedores do Oscar pisam todos os anos, tantos outros famosos inauguraram suas estrelas na calçada da fama, até mesmo onde um dia se ajoelhou Marilyn Monroe pra deixar sua marca em frente ao Chinese Theatre – o cinema que hospeda a grande maioria das premiéres de filmes de Hollywood.

Mas a história dessa cidade não é contada só ali na Hollywood Boulevard – e nem sempre só pelo que você vê entre as tantas placas, pessoas vestidas de personagens tirando fotos com quem passa (e tentando cobrar por isso!) e o que dizem naqueles ônibus de dois andares enquanto pessoas olham admiradas pro que é a casa de muita gente.

Logo no primeiro dia, eu percebi que as coisas seriam diferentes quando o taxista, sul-coreano, resolveu cantar. A música do Titanic, Elvis Presley e até mesmo a tal da Amazing Grace. Pra ele não importava se o ritmo era exatamente o mesmo pra todas as músicas ou se as entonações não faziam sentido algum. Assim como um cara, no meio da Sunset Boulevard, passou dançando, como se ninguém estivesse olhando. Havia muita gente olhando e todos sorriam.

Era hora de olhar de maneira diferente praquela cidade.

Foi então que entrei pela primeira vez na Amoeba Music. Vários filmes já usaram a loja como cenário, mas a grande graça dela é a quantidade de coisas que todo e qualquer fã de música (e até filmes!) pode encontrar, de gente conhecida a gente que nunca se ouviu na vida. Dois andares e muita, muita, MUITA coisa – típico dos EUA, típico de Hollywood.

Também é típico de lá as portas que parecem secretas. Uma preta, com três iniciais pintadas, abriu um caminho para um restaurante mexicano / balada / bar, no qual só se pode ficar 2h na mesa – com ótima música, sensacional decoração e muito Elvis Presley.

Uma outra porta preta, com uma cobra pintada, levou até a famosa Viper Room, que um dia foi do Johnny Depp e tem muitas histórias (algumas bastante tristes) pra contar. Lá, no palco em que grandes bandas do rock mundial já se apresentaram, tocava a banda Cease Fire. Já ouviu falar? Até outro dia eu também não. Mas o som é bem legal. ;)

Mas além de parar pra ouvir Hollywood um pouco, também deu pra enxergar de outra maneira – do alto, e muito perto de todo o universo. Eu não tô dizendo que Hollywood tem todos os mundos em um só?

O Observatório Griffith não só te permite enxergar o céu todos os dias, como a noite também te deixa enxergar Los Angeles de cima, em silêncio, num lugar lindo – bem perto da famosa placa de Hollywood. De lá fui encontrar a Bettina, uma amiga que fiz entre tantas viagens pra lá e pra cá. Ela me apresentou o Culver Hotel, bem no meio da simpática Culver City, pertinho dos estúdios da Sony, que um dia foram MGM.

Como, apesar de tudo, o mundo é um ovo, a prima da Bettina, Layla, é concierge no hotel, e contou uma parte da história dele: enquanto filmavam O Mágico de Oz ali perto, o bar sempre recebia os atores do elenco e, principalmente, hospedou as centenas de munchkins, que chegaram a dividir uma cama com outros dois, horizontalmente. :D

O hotel também foi cenário de filme com CHEVY CHASE, Under the Rainbow, que conta exatamente essa história. :)

É um lugar MUITO bonito, muito legal, com ótimas pessoas e música ao vivo todos os dias – inclusive brasileira, o que fez a Bettina levantar da cadeira e curtir, enquanto eu, que danço tão bem quanto um hipopótamo, só aplaudi.

Uma das coisas mais legais que já fiz em Los Angeles. Vale muito a pena conhecer. E por falar em conhecer… Hora de pisar pela primeira vez em terras europeias. Hasta luego, y ahora de Madrid!

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ARGENTINA: Buenos Aires aos olhos de Borbs

 

O primeiro destino que o Thiago Borbolla, o Borbs, visitou durante sua volta ao mundo foi Buenos Aires, na Argentina. Assista ao vídeo e conheça La Bombonera – o Clube Atlético do Boca Juniors,  o famoso La Glorieta de Quique – um famoso restaurante/bar que os torcedores do time frequentam, uma das melhores pizzas do mundo e muito mais!

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